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Abr 13

Arranjar as unhas, dos pés e das mãos, é um processo que começa muito antes de escolhermos a cor do verniz que vamos usar, até porque, uma unha bonita é aquela que é linda de qualquer maneira: com ou sem esmalte.



Cuidados básicos:




Os cuidados com as unhas devem começar no corte. As unhas devem ser cortadas com as bordas sempre visíveis, fora da pele. Unhas encravadas advêm de cortes mal feitos. Na maioria das vezes, corta-se muito os cantos, pois esquece-se que os dedos se moldam de acordo com o formato da unha.






   
A forma correta de limar as unhas é de fora para o centro. Esse movimento impede que as unhas se tornem quebradiças e fracas.


  
Evite o uso abusivo da água, em tarefas domésticas, como por exemplo, lavar a louça sem luvas. Aliás, deve aproveitar esse momento para hidratar as mãos, usando um creme para o efeito, antes de por as luvas.

Segundo os dermatologistas, não é recomendável remover a cutícula. Deve-se apenas tirar os excessos, visto que a cutícula protege o espaço vazio entre a unha e a pele do dedo. O ideal é empurrar a cutícula. Ao invés de retirar a cutícula, apenas empurre o excesso. Assim, as unhas ficam protegidas evitando contaminações, através de bactérias.


Não mude de verniz a toda a hora. O ideal é não ultrapassar, uma vez, por semana. É que, esse processo, repetido em demasia, pode desidratar as unhas e fazê-las secar e descamar.

Use sempre removedores de verniz sem acetona, que seca as unhas.


Prefira creme ou algodão embebido em água para amolecer a cutícula, em vez de mergulhar a mão na água morna, por muito tempo, pois as unhas absorvem o líquido e mudam ligeiramente de formato. Mais tarde, quando a água evapora, retomam o formato normal. Mas, o movimento, pode causar lasquinhas no esmalte aplicado.

Hidrate. As unhas e as cutículas também precisam de hidratação. Tenha sempre consigo um creme, de preferência que inclua, na sua composição, ureia e ácido salicílico.






Também é bom saber que…

Ir para a praia ou para a piscina é muito bom, mas danifica o acabamento da manicure. A água salgada, ou a água clorada, normalmente, retiram o brilho do esmalte. Para fugir desse problema, invista nos vernizes de gel. O efeito fica perfeito por 15 dias! (Mas este assunto será desenvolvido noutro artigo).


Uma das causas das unhas quebradiças pode ser o seu ressecamento. Uma sugestão é passar base fortificante, óleos e cremes adequados para hidratá-las. (Há quem aconselhe passar regularmente, óleo de amêndoas doces, ou mergulhar as unhas em azeite, durante uns bons minutos.).




É importante ficar alguns dias, por mês, sem esmalte. Deste modo é possível hidratar e lubrificar as unhas, dos pés e das mãos.




Há quem aconselhe usar nas unhas vaselina para hidratar e passar vinagre e/ou creme Vicks, massajando as unhas, sem verniz, garantindo que tem uma ação anti-fungos...



No caso de unhas descoladas, muito lascadas, amareladas, esbranquiçadas, ou com qualquer outro aspeto, fora do normal, é imperioso recorrer a profissionais de saúde, visto que pode ser sinal da existência de um problema mais grave, que só através de um exame clínico, ou laboratorial, poderá ser diagnosticado corretamente. E, para o seu tratamento, é fundamental consultar um médico. Nalguns casos, é suficiente ouvir e seguir as recomendações de um farmacêutico.




Tenha unhas fortes e lindas!



publicado por Isabel Botelho às 16:36


Istambul é hoje, 30 de abril de 2013, a cidade oficial das comemorações do Dia Internacional do Jazz, com a participação de músicos de várias nacionalidades, como o brasileiro Milton Nascimento, mas as celebrações estendem-se a outros países, como Portugal.

O Dia Internacional do Jazz foi lançado em 2012 pela UNESCO para promover uma expressão musical que simboliza "a paz e a unidade", mas, este ano, a organização quer aproveitar a efeméride para afirmar a importância do jazz nos movimentos de luta pela liberdade. 

"Onde há pessoas que lutam pela liberdade, o jazz está quase sempre", afirmou Neil Ford, porta-voz da UNESCO, na mensagem oficial deste dia. 

A diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, considera que o jazz é "a linguagem universal da paixão e da benevolência, que une populações de culturas, religiões e nacionalidades diferentes", lê-se no comunicado divulgado esta semana. 

Em Portugal, a comissão nacional da UNESCO atribuiu o selo de "evento comemorativo" ao festival Estoril Jazz, que decorrerá em maio.



AS RAÍZES DO JAZZ E A ORIGINAL DIXIELAND JAZZ BAND

Quando se fala nas origens do Jazz o cenário que se depara é obscuro e um pouco incerto. Sabe-se que os elementos que influenciaram o seu nascimento foram trazidos da África pelos escravos, que intervieram de forma significativa ao nível cultural, vindo a criar um novo modo de comunicação e expressão de sentimentos.

A forma mais importante de expressão da música Afro-Americana são as manifestações religiosas, na maioria das vezes ouvidas por plateias brancas (de uma forma mais afectada do que a ouvida nas igrejas negras rurais). O que hoje é conhecido como música gospel é reflexo da importante carga emocional e força rítmica dessas manifestações primordiais. Dessa época são as músicas de trabalho e músicas infantis.

A música negra na América manteve muito do original Africano no que diz respeito às suas características rítmicas e também na tradição de colectividade e improvisação. Esta herança misturou-se com a música local, gerando muito mais que um novo estilo, uma nova forma de expressão musical, que ganha um peso cultural ainda maior quando lembramos que a actividade musical era proibida entre os escravos. Com a libertação dos escravos, a música Afro-Americana cresceu rapidamente.


A disponibilidade de instrumentos musicais, incluindo refugos de bandas militares, e a liberdade recém-conquistada, permitiu o nascimento das raízes básicas do jazz: as bandas de metais, a dança e o blues.
Na década de 1910, a Original Dixieland Jazz Band constitui um marco importante na afirmação do Jazz, realizando concertos, digressões e gravações musicais.

“The first great jazz orchestra was formed in New Orleans by a cornet playernamed Dominick James La Rocca. They were the hottest five pieces that had ever been known before. They all came to be famous players and the Dixieland Band has gone down now in musical history.”
Louis Armstrong, 1936. Swing That Music

MARIA CRISTINA AGUIAR,  docente na Escola Superior de Educação e no Conservatório Regional de Música Dr José Azeredo Perdigão, em Viseu.
CLÁUDIA CRISTINA MARQUES VASCONCELOS BORGES, professora de Formação Musical na Academia de Música de Vilar de Paraíso.
publicado por Isabel Botelho às 10:23

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