31
Mai 13
Os diferentes tons de branco são, por excelência, os preferidos e os mais escolhidos, no que diz respeito à cor do vestido de casamento. 
Noutros tempos os vestidos de noiva sempre foram coloridos: vermelhos, amarelos e até mesmo em preto. O importante, era que o modelo fosse luxuoso, representando as posses da família da noiva!

 

 

 

Imagem do filme “A jovem Rainha Vitória”

 

Os tempos evoluíram e algumas rainhas resolveram casar-se de branco, e crê-se que a pioneira tenha sido a Rainha Vitória, por aquela cor fazer parte do brasão  de família e em homenagem à sua mãe. Acredita-se que ela se casou por amor, e, por ser Rainha, foi ela quem pediu o seu príncipe em casamento e desfilou um maravilhoso vestido branco, iniciando uma nova tradição, que perdura no tempo, corria ainda o ano de 1840!

 

 

 

 

Nos dias que correm, de novo, cada vez a panóplia de cores é mais variada e as possibilidades de escolha são múltiplas.

 

 

 

 

A história tem tendência a repetir-se e, as noivas mais ousadas, não se coibem  de escolher modelos com diferentes cores, que vão desde os mais pálidos tons de beije, rosa e azuis, às cores mais fortes.

 

 

 

 

 

 

 

 

A cor vermelha, por exemplo, que simbolizava festa e alegria e era, em tempos idos, uma das cores mais usadas pelas noivas, no dia do seu casamento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Isabel Botelho
publicado por Isabel Botelho às 20:55


Dia do Comissário de bordo

1850 – Fundação de Juiz de Fora, em Minas Gerais, Brasil.
1962 – A Federação das Índias Ocidentais deixa de existir.
2009 – Airbus A330 do voo Air France 447, entre o Rio de Janeiro e Paris, cai no Oceano Atlântico.

Nasceram neste dia…
1491 – Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus (m. 1556).
1923 – Rainier III, Príncipe de Mónaco (m. 2005). (foto)
1965 – Brooke Shields, atriz e modelo norte-americana.



Rainier III, Príncipe de Mónaco, Rainier Louis Henri Maxence Bertrand Grimaldi, de seu nome completo, nasceu a 31 de maio de 1923, tendo falecido a 6 de abril de 2005, reinou o Principado de Mónaco durante quase cinquenta e seis anos, fazendo dele um dos monarcas que reinaram por mais tempo, durante o século XX. Embora tenha ficado mais conhecido fora da Europa por se ter casado com a atriz Grace Kelly, Rainier foi também responsável por reformas na constituição de Mónaco e pela expansão da economia do principado. Não só atravéz da sua tradicional base de jogos de sorte e de azar, como também por meio do turismo. Os lucros com jogos de azar correspondem, na atualidade, a três por cento da receita anual da nação. Quando Rainier ascendeu ao trono, em 1949, correspondiam a mais de noventa e cinco por cento. Antes da sua morte, era o segundo monarca no mundo que há mais tempo reinava.

Morreram neste dia…
1832 – Évariste Galois, matemático francês (n. 1811).
1960 – Boris Pasternak, poeta e romancista russo (n. 1890).
2009 – Millvina Dean, última sobrevivente do naufrágio do transatlântico RMS Titanic (n. 1912).
publicado por Isabel Botelho às 15:26

Segundo um estudo de cientistas ingleses, divulgado pelo jornal Daily Mail, uma exposição solar controlada, não superior a 20 minutos diários, pode ajudar a reduzir o risco de se ter  um AVC e ataques cardíacos.


Tudo porque, de acordo com os mesmos investigadores, da Universidade de Endiburgo, tal exposição ao sol pode diminuir a pressão arterial excessiva.


Contudo, a exposição solar, além de controlada, deve também obedecer a certos cuidados de proteção:



- Aplique sempre o protetor 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, para que a pele tenha tempo de absorver o produto e este começar a fazer efeito. 
- Use uma mão cheia de creme para aplicar no corpo todo.  Preste maior atenção às zonas mais expostas, como o rosto, sem esquecer as orelhas, mãos, pescoço e joelhos...
- Assegure-se que hidrata a pele após a exposição solar, para que a pele se regenere. As loções pós-solares, enriquecidas com Aloé Vera, são perfeitas para este efeito de cuidado da pele, pois têm um efeito calmante!




- Hidrate-se também de dentro para fora, ingerindo líquidos, nunca menos de 1,5 l diariamente, preferencialmente, água, sumos naturais e tisanas ou chás, sem açúcar. 

E que brilhe o sol!... 
publicado por Isabel Botelho às 14:13

30
Mai 13

A patente dos blue jeans foi obtida em maio de 1873 por Levi Strauss e Jacob Davis. 
Os fabricantes de jeans claramente acertaram na "fórmula". O seu produto tem agora 135 anos. Hoje em dia a calça azul de "ganga" é mais popular do que nunca. 
O tecido que popularizou a blue jeans, em especial na cor azul tem sido utilizado, desde há muito, em inúmeras outras peças de vestuário, que vão desde aos calções ao vestido, passando pelas camisas. 
Este ano, muitas foram as propostas que desfilaram nas passerels, recriando o conceito e usando o clássico tecido e tom da blue jeans, lançando tendências de moda quase incontornáveis.

























publicado por Isabel Botelho às 23:29



Dia de Santa Joana D'Arc

70 – Cerco de Jerusalém: Tito e as suas legiões romanas derrubam a segunda parede de Jerusalém.
1569 – Henrique VIII de Inglaterra casa-se com Joana Seymour, 11 dias depois da execução de Ana Bolena.
1998 – Paquistão realiza um teste nuclear subterrâneo no deserto de Kharan.

Nasceram neste dia…
1265 – Dante Alighieri, poeta italiano (m. 1321).
1846 – Peter Carl Fabergé, ourives e joalheiro russo (m. 1920).
1936 - Glória de Matos, atriz portuguesa (na imagem).
1951 – Fernando Lugo, ex-presidente do Paraguai.


A 30 de Maio de 1936, nasce, em Lisboa, a atriz portuguesa Glória de Matos. Interpretou papéis em inúmeros filmes, como Operação Dinamite (1967), Francisca (1981), Os Canibais (1988), Encontro em Lisboa (1990) e Vale Abraão (1993). Participou também em telenovelas, como Vila Faia (1982) e Origens (1983).


Morreram neste dia…
1431 – Joana D'Arc, heroína francesa da Guerra dos Cem Anos. (n. 1412).
2002 – Mário Lago, ator e compositor brasileiro (n. 1911).
2007 – Jean-Claude Brialy, ator francês (n. 1933).
publicado por Isabel Botelho às 18:13

29
Mai 13
1848 – Wisconsin torna-se o 30º estado norte-americano.
1982 – O Papa João Paulo II torna-se o primeiro pontífice a visitar a Catedral de Canterbury.
1988 – Começa em Moscou a reunião de cúpula Reagan-Gorbachev.

Nasceram neste dia…
1903 – Bob Hope, ator e comediante britânico (m. 2003)

Joaquim Teófilo Braga nasceu em Ponta Delgada, ilha de São Miguel, no arquipélago dos Açores, a 24 de Fevereiro de 1843. Filho de Joaquim Manuel Fernandes Braga, provavelmente bisneto de um dos "meninos de Palhavã", (os célebres três filhos bastardos do rei D. João V, cada um de sua mãe, que o monarca viria a perfilhar e educar) e de Maria José da Câmara e Albuquerque, da ilha de Santa Maria, também descendente das mais nobres linhagens portuguesas, que o genealogista Ferreira Serpa faz retroceder a D. Urraca do início da nacionalidade.

1911 - Teófilo Braga (na foto), é eleito pelo congresso presidente da república portuguesa, até à eleição de Manuel de Arriaga.
1920 – John Harsanyi, economista húngaro, vencedor do Prémio Nobel de Economia de 1994. (m. 2000).
1967 – Noel Gallagher, músico britânico (Oasis).

Morreram neste dia…
1958 – Juan Ramón Jiménez, escritor espanhol, que ganhou o Prémio Nobel de Literatura de 1956. (n. 1881).
1982 – Romy Schneider, atriz austríaca (n. 1938).
1999 – João Carlos de Oliveira, o João do Pulo, atleta brasileiro (n. 1954).
publicado por Isabel Botelho às 17:44

28
Mai 13



A versatilidade de um vestido preto e branco, que é facilmente transformável em três visuais diferentes.



publicado por Isabel Botelho às 00:30



Água com limão é uma bebida refrescante, carregada de vitamina C, antioxidante, quase sem calorias, desintoxicante e alcalinizante, e, crê-se, excelente para ser usada em regimes de perda de peso. Beba ao acordar um copo de água com 1 colher de sumo de limão.

publicado por Isabel Botelho às 00:23

27
Mai 13

 ... "E se, culturalmente, sou apátrida, no mais permaneço ilhéu e português, aceitando a fatalidade do destino com que nasci como se eu mesmo fosse o responsável por ele". Daniel de Sá - 1992

E hoje quis a "fatalidade do destino" levar-nos Daniel de Sá para outra dimensão, que não esta que conhecemos... Que descanse em paz!
Não encontro melhor forma de homenagear o grande vulto incontornável da cultura açoriana e da língua portuguesa, senão utilizando as próprias palavras de Daniel de Sá, que aqui reproduzo, com o maior respeito, pelo próprio, e pela sua família, a quem endereço os meus sentidos pêsames.
Daniel Augusto Raposo de Sá nasceu na Maia, S. Miguel, Açores, a 02/03/1944 e faleceu a 27/05/2013.

Na galeria da fama dos maus romances, há um que começa mais ou menos desta maneira: "Era uma noite escura e tempestuosa". Estava assim aquela em que nasci, quando o apocalipse da guerra contava já os seus últimos milhões de mortos, e o petróleo ia substituindo o azeite de gata, que dava mais cheiro que luz. Nesse dia, quadragésimo nono aniversário do decreto da autonomia de Hintze Ribeiro - João Franco - D. Carlos, os aliados continuavam a cercar o mosteiro de Monte Cassino, e Pio XII completava sessenta e oito anos de vida e cinco de Papa.
Mas logo aos dois anos tive de deixar a Maia e os meus boizinhos de carrilho, porque meu pai fora, como muitos mais, procurar a imitação do "Eldorado" no aeroporto de Santa Maria, e nos fizera carta de chamada, pois as ilhas estavam então separadas por alfândega e outras dificuldades, como estados independentes. Começava a cumprir-se o fado de uma família de emigrantes, que haveria de esboroar-se toda, nessa e nas décadas seguintes, por este mundo de Deus e de legítimas ambições humanas.
Dos primeiros tempos na ilha-mãe, feita de pedra e cal, recordo vagamente os meus caracóis louros e compridos, um coelhinho de latão que fora broche e se tornou no meu brinquedo preferido e quase único, o encanto indizível de um "dakota" de plástico que o Menino Jesus me deu, creio eu, por um Natal em que cheguei à chaminé ainda a tempo de o ver fugir, e uns versos com que me estreei na poesia, cantando para a vizinha da frente segundo as normas de rima que meu pai me ensinara na véspera.
Fui crescendo com essa cisma na cabeça, e cheguei a passar horas em desafios renhidos de redondilha maior com o Firmino, meu colega de quarta classe na escola de Santana, onde a boa da professora tinha de aturar mais de três dezenas de rapazes e raparigas, desde os que andavam na bê-à-bá até aos que papagueavam significados, rios, reis, serras e linhas férreas, entremeando a sua exausta paciência com um "calem-se" para nós os dois, sem que ela sonhasse o que dizíamos e como o dizíamos, a voz contida.
É de pouco depois o meu primeiro romance falhado, uma aventura de índios e "cowboys" que acabou quando o assalto a um rancho coincidiu com a minha falta de paciência ou de inspiração para o resto.
Mas o melhor eram os relatos de futebol ouvidos e discutidos no Clube Asas do Atlântico e, sublimidade de quantas sensações havia na nossa infância, as "matinés" do Atlântida Cine, onde se arranjava quase sempre um lugarzinho, mesmo que não se tivesse o dinheiro para o bilhete, porque o Senhor Cardoso abria a porta à fila da nossa gula impaciente quando percebia que, a respeito de entradas pagas, estava tudo conversado.
Mas em fins de 1958 aconteceu o primeiro grande desgosto da minha vida: o bondoso padre Artur perdeu-se no naufrágio do "Arnel"; e, poucos meses depois, meu pai morreu. O tempo começou então a passar muito depressa. O quinto ano feito no Externato da Ribeira Grande e o curso do Magistério Primário foram uns instantes e dei por mim, de repente, professor nos Fenais da Ajuda. Andei por lá quatro anos, e comecei a escrever para o jornal do saudoso Cícero de Medeiros, com um pseudónimo que eu imaginara muito antes e que, feito do meu verdadeiro nome e de uma das designações daquela freguesia, por interessante coincidência se justificava plenamente: Augusto de Vera Cruz. Cumpri depois esse dever absurdo de aprender a guerra, nas Caldas da Rainha a recruta e a especialidade em Tavira, mas escapei à imposição de exercer na prática os conhecimentos adquiridos, porque passei o resto do serviço militar no batalhão dos Arrifes. Depois de mais um ano como professor, desta vez na Maia, cumpri a seguir o meu roteiro de nómada, entrando para a congregação missionária dos Combonianos, e por lá estive, quase três anos em Valência e alguns meses em Granada. Aprendi a ignorância de filósofos e teólogos e criei o vício físico da sesta, de que adoeci sem remédio.
E aqui estou, definitivamente disposto a ser rural e sedentário, que Deus, afinal, está em toda a parte e o Mundo inteiro vem cá ter com a gente.
Entretanto, casei: faltavam vinte e cinco dias não sonhados para que se cumprisse a plenitude de Abril. Pai de três filhos que vão crescendo e de seis livros maneirinhos, sinto que me saí melhor (talvez por serem uma obra a dois) com aqueles do que com estes, mas ainda não perdi a esperança de ser tão feliz por uns como pelos outros.
Tenho pena de não ter nascido a tempo de escrever o "Estrangeiro" ou "As Vinhas da Ira", de compor o "Messias" ou a "Sagração da Primavera", de pintar "A Peregrinação de Santo Isidro", ou de esculpir "Os Burgueses de Calais", de formular a teoria da Relatividade ou de descobrir a penicilina, de erguer o Taj Mahal, de criar o poema "Tabacaria" ou, ao menos, de inventar a maionese.
Meteram-me na política, onde tenho sido de tudo um pouco, menos membro do governo regional, porque, além de outras razões evidentes, de certeza não serviria para isso.
Sou de uma curiosidade sempre insatisfeita, e teria estado disposto, se tal fosse possível, a ficar olhando, durante milhões de anos, a criação do Universo, só para saber como foi. Trocaria todas as palavras que até hoje disse, e que os amigos aplaudiram, para pensar por momentos, sem esquecer depois, com o cérebro do primeiro homem que foi capaz de pensar.
Não sei se posso dizer que sou puro, como os justos do antigo Egipto no julgamento de Osíris. Sei que não queimei o templo de Diana nem ordenei nenhum campo de concentração. Posso invocar uns quantos nãos de bondade, mas faltam-me os sins seguros da justiça positiva.
Todavia, a catedral da Literatura existe, com os seus demónios e os seus santos para todas as devoções. E, com tantos livros para ler, há quem gaste o seu tempo e o seu talento a discutir-lhes a forma, a escola ou a literatura menor a que pertençam. No entanto, cada vez que eu entro, por exemplo, na igreja do mosteiro da Batalha, ajoelho-me primeiro porque aquele templo foi feito para louvarmos a Deus e não o estilo ou os homens que o construíram. E se, culturalmente, sou apátrida, no mais permaneço ilhéu e português, aceitando a fatalidade do destino com que nasci como se eu mesmo fosse o responsável por ele.

(Este texto foi escrito em 1992. Entretanto, os filhos cresceram em idade e em inteligência e a obra de Daniel de Sá, materializada em livros e outras publicações, em forma de crónicas, contos, romances, ensaios, novelas... também cresceram em número e em tamanho.)


Algumas publicações:
Génese (novela), edição da D.R.A.C. da Secretaria Regional de Educação e Cultura, Angra do Heroísmo, 1982: Durante a Guerra Civil espanhola, Don Francisco Calvera Ten, um padre da província de Valência, teme os Republicanos e não gosta dos Nacionalistas. E deu-lhe em duvidar do próprio Deus…
Sobre a Verdade das Coisas (crónicas-contos), edição da Junta de Freguesia da Maia, 1985: A vida rural de S. Miguel. A ficção ao serviço da realidade, a realidade ao serviço da ficção. Mas onde o real é bem mais forte do que o imaginário.
O Espólio (novela), edição Signo, Ponta Delgada, 1987: Se uma ilha dos Açores sofresse um ataque nuclear, que poderia resultar daí para a felicidade ou infelicidade do Mundo? Talvez nada mais do que o Prémio Pulitzer para a melhor reportagem sobre a tragédia.
A Longa Espera (contos), edição Signo, Ponta Delgada, 1987: E se o Natal fosse um homem vindo de longe, de onde os rios correm sempre, para se sentar diante de uma fonte seca, num sacrifício de implorar a chuva aos Céus e até à sua própria morte? E se o Natal fosse e não fosse o resto?…
Bartolomeu (teatro), edição da D.R.A.C. da Secretaria Regional da Educação e Cultura, Angra do Heroísmo, 1988: Um dos maiores navegadores portugueses de todos os tempos julga-se com direito de ir à Índia. Razões de Estado tiram-lhe esse privilégio em favor de Vasco da Gama, um capitão intransigente. O drama de Bartolomeu Dias, que o não mereceu.
Um Deus à Beira da Loucura (novela), edição da D.R.A.C. da Secretaria Regional da Educação e Cultura, Angra do Heroísmo, 1990: Se Cristo reencarnasse e fosse condenado a um campo de concentração nazi, resistiria melhor do que um prisioneiro ateu?
Ilha Grande Fechada (romance), edição Salamandra, Lisboa, 1992: João peregrina à volta da ilha no cumprimento de uma promessa e na despedida da sua terra antes de emigrar para o Canadá. E acaba por compreender que "sair da ilha é a pior maneira de ficar nela".
A Criação do Tempo, do Bem e do Mal (ensaio), edição Salamandra, Lisboa, 1993: Uma visão agnóstica do Tempo. A justificação do Bem e do Mal, numa perspectiva teísta. Algumas questões mais difíceis da Doutrina e da Moral católicas, segundo a opinião de quem acredita em Cristo e na Sua Igreja, dita Universal, Apostólica e Romana, sem ter a certeza de que Ela seja infalível.
Crónica do Despovoamento das Ilhas (e Outras Cartas de El-Rei) (crónicas históricas), edição Salamandra, Lisboa, 1995: A vida nos primeiros tempos de haver gente nos Açores, ouvida dos velhos cronistas e contada com a ironia da ignorância e da suposta superioridade de ser homem do século XX.
E Deus Teve Medo de Ser Homem (novela), edição Salamandra, Lisboa, 1997: Vinte séculos de humanidade não ensinaram ao Homem a ser humano. O lobo de si mesmo continua tão pérfido como os crucificadores romanos.
As Duas Cruzes do Império – Memórias da Inquisição (romance), edição Salamandra, Lisboa, 1999: O absurdo da Inquisição foi praticar o mal em nome de Deus. O paradoxo do nosso século tem sido destruir milhões de homens e mulheres em nome da Humanidade.



publicado por Isabel Botelho às 23:36



Dia de Santo Agostinho de Cantuária

308 – É eleito o Papa Marcelo I, o 30º papa, que sucedeu ao Papa Marcelino.
1923 – É fundado em Braga o Corpo Nacional de Escutas - Escutismo Católico Português.
1994 – Alexander Soljenítsin retorna à Rússia, depois de vinte anos de exílio nos Estados Unidos.

Nasceram neste dia…
1860 - Manuel Teixeira Gomes, (na foto), natural de Portimão, 7.º presidente da primeira república portuguesa.
1623 – William Petty, cientista e filósofo inglês (m. 1687).
1877 – Isadora Duncan, dançarina norte-americana, precursora da dança moderna (m. 1927).
1975 – André 3000, cantor e compositor norte-americano da dupla Outkast.

Manuel Teixeira Gomes foi o sétimo presidente da primeira república portuguesa, tendo o seu mandato ocorrido entre 6 de Outubro de 1923 e 11 de Dezembro de 1925. Pertencia ao Partido Democrático. Faleceu a 18 de outubro de 1941, em Bugia.

Morreram neste dia…
535 – Papa João II (n. 533).
1840 – Nicolo Paganini, compositor e violinista italiano (n. 1782)
2002 – João Amazonas, político brasileiro (n.1912).
publicado por Isabel Botelho às 16:26

Maio 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11





subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

blogs SAPO