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Mai 13

Atualmente, os chapéus são acessórios que, além da função de proteção do sol, em especial, na primavera no verão, e do frio, ou chuva, no outono e no inverno, são usados por questões de estilo.
Caracterizam a personalidade de quem os usa, através das diferentes formas, de como e quando é usado, que é reforçada pelos materiais e cores eleitas.
  

São usados por "cabeças coroadas" e, todos os anos, Ascoth é palco dos mais exéntricos e bizarros modelos de chapéus, com ou sem abas, enormes ou minúsculos,...





Propostas de chapéus são uma das grandes apostas das marcas, representadas por estilistas e designers internacionais e desfilam, nos mais diferentes modelos, nas propostas de moda, quer das coleções de primavera/verão, quer de outono/inverno.     
                 
Curiosidades:
- Em Inglaterra, ao contrário da França , os chapéus não eram privilégio só da corte e dos ricos. 

 

- "Louco como um chapeleiro" é uma expressão, que teve a sua origem no facto dos chapeleiros contraírem doenças constantemente, pois utilizavam um tipo de químico da época que os contaminava com metais pesados, que lhes causava danos no sistema nervoso central.

 


- No fim da Idade Média os cabelos eram penteados para trás e escondidos, pelo chapéu, e se aparecessem cabelos na testa , os mesmos eram rapados para que não tirassem a atenção do chapéu.


- Os chapéus alcançaram o auge do excesso de adornos com uso de aves empalhadas como seu ornamentos. 
- Na era eduardiana , em Inglaterra, foi criado um instituto de proteção às aves já com a preocupação ecológica, o Royal Society for the Protection of Birds.


- Chapelada é o antigo hábito de saudar alguém tirando o chapéu.

















    Divirtem-se e fiquem bem!
      publicado por Isabel Botelho às 13:17

       
      Os jeans, ou calças de ganga, são um "must have" no guarda roupa de cada mulher, desde há muitos anos.
       
      Permitem formar inúmeros visuais, mais sofisticados, ou, por outro lado,  casuais, sempre atendendo primeiro, ao gosto de quem os usa e, depois, à ocasião a que se destina a toilette.
       
      A combinação dos adereços e dos acessórios é determinante para a criação do estilo desejado. 
       
      Além dos blue jeans, as skinny jeans ganharam espaço, pela sua facilidade de uso e pela panóplia de cores que oferecem, desde as mais garridas, em tons "vitaminados", aos mais suaves tons pastel.
       
       
       



       




       









       

       
       
       
       
      Então, gostaram das sugestões? Espero que sim. Fiquem bem!
      publicado por Isabel Botelho às 04:11



      E como hoje é Dia da Enfermagem, nada mais a propósito do que relembrar uma figura preminente prossecutora daquele ramo da auxiliar da medicina: Florence Nightingale.


      
      
      Florence Nightingale
      (1820-1910)
      Florence Nightingale foi considerada a fundadora da enfermagem moderna. O  da enfermeira como anjo da guarda à cabeceira do doente, protagonizada por Florence , será tipicamente uma construção social do romantismo inglês, em plena época vitoriana. Esta inglesa da upper class (classe alta) ficará conhecida então como "The Lady with the Lamp" e "The Angel of the Crimea" (Woodham-Smith, 1951).

        
       
      Eram colocados entraves à enfermagem hospitalar na Grã-Bretanha até meados do Século XIX, quando era dominada pelas matrons e pelas nurses, as irmãs de caridade:
      • Trabalho esporádico, desqualificado, socialmente desvalorizado e mal remunerado;
      • Grosseira aplicação dos cuidados médicos;
      • Ausência de especificidade de funções e de autonomia técnica;
      • Condições de trabalho altamente penosas nos hospitais e nas worhouses;
      • Conduta pessoal reprovável (alcoolismo, roubo, desleixo, promiscuidade, etc.), tipificado na célebre personagem de Charles Dickens (1812-1870), Mrs. Sairey Gamp, no seu romance Martin Chuzzlewit, 1844);
      • Dificuldades de recrutamento de pessoal;
      • Ausência de estruturas de formação, etc.
      Além de tecnicamente desqualificadas, as matrons e as nurses tinham muitas vezes um comportamento moralmente reprovável. Os livros de registo da maior parte dos hospitais ingleses da época dão-nos conta da impressionante frequência de casos de enfermeiras que eram admoestadas ou demitidas por alcoolismo, insolência, falta de disciplina, absentismo, roubo ou extorsão praticada na pessoa dos doentes.
      Nightingale atacou estes problemas criando um sistema baseado na formação, no treino, na dedicação, na disciplina de ferro e na forte estratificação hierárquica, segundo um modelo misto, conventual e militar .Voltando às origens...
      Florence Nightingale é mais lembrada por seu trabalho como enfermeira, porém, é pouco conhecido a respeito desta mulher notável a paixão pela matemática, especialmente estatística, e como esta paixão desempenhou um papel importantíssimo no seu trabalho.
      Nasceu em Florença, Itália, de família abastada. Aos cinco anos, o pai comprou uma casa em Hampshire onde passavam os Verões.
       
       
      A educação inicial das meninas ficou a cargo de professoras particulares, mais tarde a tarefa foi feita pelo pai que foi educado em Cambridge. Em 1840, Nightingale implorou aos pais que a deixassem estudar matemática ao invés de: fazer tricô ou dançar quadrilha.
      Embora o pai gostasse de matemática e tivesse passado este gosto para a filha, solicitou que estudasse assuntos mais apropriados para uma mulher. Após muitas discussões emocionais, os pais de Florence finalmente concordaram e permitiram que ela fosse tutorada em matemática.
       
       
      Uma das pessoas que mais a influenciou foi o cientista Belga Quetelet. Ele aplicou métodos estatísticos a dados de vários campos, incluindo estatísticas morais e ciências sociais.
      Florence desenvolveu um interesse por assuntos sociais, mas em 1845 a família estava firmemente contra a sugestão dela, de ganhar experiência num hospital. Até então as únicas tarefas de enfermagem que ela tinha feito era cuidar de amigos e parentes doentes. Durante esta época a enfermagem não era tido como uma profissão apropriada para uma moça bem educada. As enfermeiras desta época além de não ter treino tinham a reputação de serem ordinárias, ignorantes e dadas a promiscuidade e bebedeiras.
       
       
      Foi enquanto fazia uma viagem pela Europa e Egito, em 1849, que surgiu a oportunidade de estudar os diferentes sistemas hospitalares. No inicio dos anos 1850 iniciou um "estágio" como enfermeira do Instituto São Vicente de Paula em Alexandria, Egito, que era um hospital da igreja Católica Romana. Em julho de 1850 visitou os hospital Pastor Theodor Flidner em Kaiserwerth, perto de Dussledorf. Voltou a Kaiserwerth, em 1851, para fazer um estágio de três meses no Instituto para Diaconesas Protestantes e da Alemanha seguiu para o hospital St. Germain, próximo de Paris, que era dirigido pelas Irmãs da Piedade. Ao retornar a Londres, em 1853, aceitou o cargo, sem pagamento, de Superintendente no "Estabelecimentos para Senhoras Enfermas".
      Em março de 1854 após o início da guerra da Criméia, o The Times criticou as instalações hospitalares britânicas.
      Em resposta as estas críticas, o amigo Sidney Herbert, Secretário Britânico para a Guerra, solicitou, por carta, que Florence se tornasse uma enfermeira administradora para supervisionar a introdução de enfermeiras nos hospitais militares. O seu título oficial era "Superintendente do estabelecimento de mulheres enfermeiras dos hospitais gerais ingleses na Turquia". Florence chegou a Scutari, um subúrbio asiático de Constantinopla (hoje Istambul), com 38 enfermeiras em 04 de novembro de 1854.
       
      Quando chegou a Scutari (Novembro de 1854), à frente de um pequeno exército de 38 enfermeiras, voluntárias, umas leigas e outras religiosas (católicas e anglicanas), teve que enfrentar toda a série de dificuldades: (i) a falta de recursos, a ausência das mais elementares condições de higiene, a hostilidade dos médicos e demais oficiais militares, os preconceitos do sexo masculino, o crescente número de feridos e doentes vindos da frente de batalha, a indisciplina e a falta de preparação das suas nurses, etc.
      É então que a culta e mística Florence vai revelar-se uma mulher com grande capacidade de trabalho, de determinação, de gestão e de liderança. É desta experiência brutal, no estrangeiro, numa cultura hostil como a castrense e, ainda por cima, no teatro de guerra, que Florence retira o conhecimento prático que lhe vai permitir criar as bases para a reforma hospitalar da segunda metade do Século XIX (incluindo a reorganização dos serviços de enfermagem).
       

      O fato de ser mulher significava que tinha que lutar com as autoridades militares a cada passo para levar a cabo o propósito de reformar o sistema hospitalar. Com condições como soldados deitados no chão bruto, rodeados por insetos e ratos e operações efetuadas em condições anti-higiénicas, não foi surpresa que quando ela chegou a Scutari, doenças como cólera, tifo fossem comuns nos hospitais.
      Mais tarde, em 1860 funda a Nithghtingale School of Nurses, em Londres, considerada a primeira escola prifissional de enfermagem, em todo o mundo. 
       
      publicado por Isabel Botelho às 02:30


      12 de maio: Dia Internacional da Enfermagem.

      1943 - Segunda Guerra Mundial: o Afrika Korps se rende na Tunísia.
      1949 - A URSS levanta o seu bloqueio sobre Berlim.
      ... 2006 - Inicia-se a onda de violência organizada pelo PCC no estado brasileiro de São Paulo.

       Nasceram neste dia…
      1820 - Florence Nightingale, enfermeira britânica - na imagem, (m. 1910).
      1907 - Katharine Hepburn, atriz (m. 2003).
      1936 - Manuel Alegre, poeta e político português.

      Morreram neste dia…
      1490 - Santa Joana, princesa de Portugal (n. 1452).
      1684 - Edme Mariotte, físico e padre francês (n. 1620).
      1837 - Evaristo da Veiga, poeta, jornalista e político brasileiro (n. 1799).
      publicado por Isabel Botelho às 01:20

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