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Mai 13

Elegância intemporal!




publicado por Isabel Botelho às 19:33

Os Pastorinhos de Fátima, também chamados, "Os Três Pastorinhos", foram as três crianças portuguesas que viveram e testemunharam as chamadas aparições de Fátima, ocorridas nos anos de 1916  1917, na Cova da Iria.



Reza a História que, no dia 13 de Maio de 1917, três crianças, Lúcia de Jesus dos Santos, de 10 anos, Francisco Marto, de 9 anos, e Jacinta Marto, de 7 anos, afirmaram ter visto "...uma senhora mais branca que o Sol", sobre uma azinheira, de pouco mais de um metro de altura, quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, lugar de Aljustrel, pertencente ao concelho de Ourém, em Portugal. Até então, a aparição teria sido designada, por eles próprios, como sendo "um Anjo", que já tinham visto, por três vezes.


Lúcia via, ouvia e falava com a aparição; Jacinta via e ouvia; e Francisco apenas via, mas não a ouvia.
As aparições repetiram-se, no espaço de cinco meses, e seriam portadoras de uma mensagem ao mundo. A 13 de Outubro de 1917, a aparição disse-lhes ser a Nossa Senhora do Rosário.
Os relatos destes acontecimentos foram redigidos pela Irmã Lúcia, a partir de 1935, e constam em quatro manuscritos, habitualmente designados por Memórias I, II, III e IV.
Os pastorinhos testemunharam, durante o ano de 1916, a um total de três aparições de um Anjo, identificado como Anjo da Paz ou Anjo de Portugal. O relato destas aparições permaneceu em segredo até 1937, até que Lúcia as divulgou, pela primeira vez, na obra intitulada: Memórias da Irmã Lúcia I. A narrativa é a mais completa dos acontecimentos ocorridos. O texto definitivo das orações e afirmações do "Anjo" foi, posteriormente, publicado na obra Memórias da Irmã Lúcia II, obra escrita e apresentada no ano de 1941.
Em 1917, Lúcia, Francisco e Jacinta assistiram a seis aparições de Nossa Senhora, que ocorreram entre 13 de maio e 13 de outubro.

"Não tenhais medo!" - uma mensagem proferida pela Senhora, aquando das aparições - é o lema das celebrações, no Santuário de Fátima, este ano de 2013 em Portugal, ano em que Sua Santidade, o Papa Francisco, consagra o seu pontificado a Maria, na figura de Nossa Senhora de Fátima.
publicado por Isabel Botelho às 10:37

 
A escolha do vestido de noiva é uma das maiores preocupações da mulher que resolveu casar. É muito importante lembrar que é preciso ter muita calma, paciência e muito sentido de observação quando se procura o vestido que se deseja seja o ideal, pois pode precipitar-se e acabar comprando um modelo, que, afinal, não era bem o que desejava e vir a arrepender-se, caso encontre outro mais bonito, ou que lhe assente melhor no corpo.

Ao contrário do que muita gente opina, comprar o vestido com demasiada antecedência, é, na minha opinião, um tanto ou quanto arriscado, pois há sempre modelos novos, que chegam a cada estação. Existe também a possibilidade de engordar um pouco, ou, o que é mais provável, de emagrecer, com a azáfama do casamento.

Cabe sempre à noiva a decisão final da escolha da peça. Por isso, não compre um vestido tendo em consideração apenas o gosto de seus familiares ou amigos. Ouça e analise a opinião dos outros, mas, por mais importante e estimada que seja a pessoa, aquele será o seu dia e, em última análise, a sua opinião é a que conta. Tem de se sentir bonita, especial e confortável com o que irá vestir.

Visite várias lojas e procure imagens na internet e em revistas. Quanto mais opções tiver, menos dúvidas terá sobre o estilo, a cor, a forma, o tecido, ou o design do vestido que irá envergar, num dos dias mais importantes da sua vida. Além disso, os pequenos detalhes são essenciais no momento de se decidir. Geralmente, os vestidos nas mãos são bem diferentes do que no nosso corpo.

O mais importante é levar a cabo esta tarefa, com muito gosto e fazer dela uma experiência agradável, se possível, na companhia de uma pessoa em quem confie: uma amiga, a sua mãe... ou ambas. Mas não arraste consigo um rancho de gente, pois ouvir muitas opiniões, em vez de ajudar, pode, pelo contrário, baralhar as suas ideias.

Relaxe e lembre-se que é costume dizer-se que "é o vestido que encontra a noiva", e que se percebe sempre, na hora em que o vestimos, que "este é o tal"!

Seguem-se algumas sugestões de vestidos de noiva em que o tecido de eleição é a renda, que pelo seu aspeto de leveza e transparência, evoca a sensualidade, a feminilidade e o romantismo que estão associados ao universo feminino.


 
 
 



 


 




 



 

 



 



























 
publicado por Isabel Botelho às 00:41

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