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Mai 13


É importante que a mãe da noiva esteja linda e irrepreensível no dia do casamento de sua princesa.



Porém, há que ter alguma reserva para não aparentar querer destacar-se mais que a filha.


Muitas mães, são naturalmente modernas, ainda muito jovens, que gostam de estar atualizadas e de seguir as últimas tendências ditadas pela moda. 
Por outro lado, há as mães de estilo mais clássico, que não abrem mão de um modelo mais discreto, mas não menos elegante.
O importante é que a mãe da noiva esteja e se sinta bonita, afinal tem um lugar de destaque na cerimónia.


Tal como a mãe da noiva existem pessoas muito especiais e que possuem um papel importante na vida dos noivos. São aquelas a quem foram confiadas uma posição de destaque, além da responsabilidade de auxiliar a noiva neste momento tão importante. São as madrinhas. 


E é sempre uma honra estar nesta posição e nada mais gratificante para os noivos, do que ver as suas escolhidas simplesmente lindas. No mesmo patamar e num papel de grande importância está a mãe do noivo.



É conveniente que, tanto as mães, como as madrinhas comecem a procurar sua roupa para o grande dia, alguma antecedência. Assim, estarão calmas e com tempo suficiente para fazer a escolha certa.


Convém compor o conjunto com um casaquinho, para a cerimónia oficial, quer seja religiosa ou civil. Além disso, serão fotografadas inúmeras vezes, pelo que convém estarem à vontade e sem receio de mostrar o decote em demasia, ou serem apanhadas desprevenidas, nalgum ângulo menos favorável, em que revelem mais do que desejem. 


Os vestidos da mãe da noiva, da mãe do noivo e das madrinhas devem como que complementar o visual da noiva, tanto no estilo, como na formalidade. Sendo assim, é importante que mães, filhas e madrinhas conversem sobre o traje para que todas fiquem satisfeitas com a aparência final.  



Caso a noiva não tenha em mente uma paleta de tons predefinidos que deseje que a mãe, a futura sogra e as madrinhas usem, então as possibilidades são inúmeras.
As cores mais usadas são: bege, azul-marinho, champanhe, algumas nuances de verde, castanho e variações de azul.


Todavia, isso não significa que não possam escolher outras cores como rosa, lilás, roxo e até variantes de amarelo, passando pela cor de laranja, ou mesmo o vermelho, por exemplo, se for adequado à paleta de cores eleita para o ambiente.




Convém ter em atenção que os tons escolhidas pelas mães e madrinhas dos noivos devem, se possível, pertencer à mesma paleta de cores, ou pelo menos harmonizar-se entre si.  


































A cor branca ou outra, escolhida para o vestido da noiva, deverá ser exclusiva dela. 
publicado por Isabel Botelho às 23:20


Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro.

Em seguida, levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho o meu emprego
Também não me importei

Agora estão a levar-me a mim
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.



Bertold Brecht (1898-1956)
publicado por Isabel Botelho às 13:14



1894 - O anarquista francês Émile Henry é guilhotinado.
1904 - É fundada a Fédération Internationale de Football Association, em Paris.
2006 - Os montenegrinos aprovam com 55% dos resultados um referendo que propõe a... independência da República do Montenegro em relação à Sérvia.

Nasceram neste dia…
1844 - Henri Rousseau, pintor francês (m. 1910).
1921 - Andrei Sakharov, físico e ativista russo (m. 1989).
1974 - Maria Fernanda Cândido, atriz brasileira.

Morreram neste dia…
987 - Luís V de França, (n. 967).
1542 - Hernando de Soto, explorador espanhol.
1935 - Jane Addams, (na imagem) ativista norte-americana (n. 1860).
 
Jane Addams foi galardoada com o prémio Nobel da Paz.
 

publicado por Isabel Botelho às 09:39



A partir do mês de maio, nas nove ilhas dos Açores, sem exceção, respira-se um ambiente festivo, de caráter genuinamente popular. São as Festas em louvor do Divino Espírito Santo.



Não há freguesia que não tenha um Império. As ruas são engalanadas com verduras, lâmpadas e bandeirinhas. Prepara-se o quarto do Espírito Santo, a Despensa da carne e a Despensa da massa sovada.
Os mordomos, as comissões das festas e as dezenas de voluntários, juntam-se às celebrações, dando o seu melhor para homenagear o Divino Espírito Santo e não se cansam na realização das inúmeras tarefas, associadas aos festejos, que vão desde a decoração à distribuição das pensões.
As sopas são feitas em série e em grandes quantidades, para serem servidas numa refeição comunitária, oferecida a todos quantos assim o desejem.

O momento da partilha das sopas é, por excelência, um dos mais esperados, porém solene, das Festas do Divino Espírito Santo.



É a altura em que é sublimado o verdadeiro sentido comunitário, de solidariedade e de partilha, inerente às Festas do Espírito Santo.

Preparam-se com enlevo as mesas, onde se congregam dezenas de pessoas, para partilharem o prato principal que são as sopas do Espírito Santo.

As festas do Espírito Santo fazem parte da tradição e da alma dos açorianos! É um culto secular que privilegia a vivência de atitudes e a prática de valores, verdadeiramente humanistas e solidários, em que a partilha, através da distribuição de alimentos pelos mais pobres, as refeições oferecidas a todas pessoas, e o convívio entre todas as gerações e classes sociais, são uma referência.
Esta congregação de intenções e peculiar convívio, é sempre abrilhantado por músicas, cantares, desgarradas, bazar, e, muitas vezes, por arrematações, cujo lucro reverte a favor das festas. 

Não há ilha, das nove que compõem o arquipélago dos Açores, onde não sejam servidas as sopas do Espírito Santo, que é uma sopa de carne, temperada com hortelã, famosa por integrar o menu dos festejos do Divino Espírito Santo. As refeições incluem também carne assada, acompanhada com vinho de cheiro, ou laranjada, massa sovada, pão de leite e, muitas vezes, arroz doce.


Porém, em todas as ilhas, e até mesmo, de freguesia para freguesia, a receita e a apresentação das famosas e saborosas sopas, é diferente, dependendo dos usos e costumes locais, e até das cozinheiras que emprestam o seu trabalho e as confecionam com enlevo e mestria.



 A receita das sopas é diferente, de ilha para ilha, e até de lugar para lugar. 


A sequência ritual das Festas do Espírito Santo concede um lugar de relevo a um conjunto de refeições, dádivas e distribuições de alimentos, como as pensões, de irmão e de criador. Nestas dádivas destacam-se, claro está, as tradicionais e perfumadas sopas do Espírito Santo, feitas à base de carne de vaca cozida e de fatias de pão de trigo. Sobre o caldo das sopas, aromatizado com hortelã, frequentemente, são colocados pedaços de carne assada ou de alcatra, receita tradicional da ilha Terceira. 

Tais festividades apresentam uma importante dimensão religiosa, fortemente aliada às relações interpessoais, tanto entre os habitantes locais, como de todos quantos a eles se associam, provenientes das latitudes distantes onde se estabeleceram, em especial, de países como os Estados Unidos da América, o Canadá e a Bermuda.

Estes festejos contrariam as leis dominantes da mentalidade atual que vive baseada "no interesse e na eficiência", opina Manuel Madureira Dias, no texto intitulado: "Com o Espírito Santo rumo ao ano 2000".



Por isso, continua o referido autor, "poucas coisas têm uma força tão irresistível como o gesto gratuito do dom, porque contradiz a lógica fria do lucro". Para que o Espírito Santo alimente em nós a esperança e a torne eficaz precisa de encontrar recetividade e cooperação. As festas dos Espírito Santo são um exemplo disso.



Os sete dons do Espírito Santo são:
Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor a Deus.









publicado por Isabel Botelho às 04:26

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